Já cheira a sacrifícios no altar do poder americano.
Obama, quer seja para apaziguar os falcões, quer seja por negociatas eleitoralistas, já começou a reunir o rebanho dos que irão ser sacrificados, para se poder instalar na Casa Branca e não ter um Dallas no seu percurso.
Obama – além de declarar que impedirá o Irão de conseguir armas nucleares, que defenderá a integridade territorial do aliado americano no Oriente Médio, já declarou que Jerusalém é a capital indivisível de Israel, indo ao ponto de contrariar todos os planos internacionais de paz e todas as resoluções da ONU sobre o tema, que prevêem controle palestiniano sobre Jerusalém Oriental. Contraria até mesmo a posição oficial dos EUA, que não reconhece a ocupação de Jerusalém Oriental.
Kadafi, protegido por um vidro à prova de bala, já foi dizendo para Obama ter orgulho de si mesmo como negro e para sentir que toda a África está com ele, porque se ficar com este complexo de inferioridade terá uma política externa pior que a dos brancos no passado.
Profeta de uma política de continuidade que deixará apenas cair batalhas perdidas?
O Cajado não se surpreende, discorda apenas das razões de Kadafi baseadas em pigmentação da pele...
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17/06/08
Pele negra ou cor-de-rosa é-me indiferente
Postado por RR às 6/17/2008 1 comentários
Marcadores: Kadafi, Obama, Sacrificios no altar do poder
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Esta frase de cariz popular, representava uma forma simbólica de dizer que levantava muitas objecções e exigia explicações a algo que lhe merecia desconfiança.
Regresse o "ponto e vírgula" como forma de dizer BASTA!
Apareçam sempre por aqui!
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