12/01/15

Que descanse politicamente em paz!

O penúltimo "post" do Fúria do Cajado é dedicado a Jardim.
Na encruzilhada de três acontecimentos, pareceu-nos adequado encerrar, desta forma,o folhetim Jardim:
1º - Passados 10 anos sobre episódios que me envolveram na R.A. da Madeira, a sua revelação não afecta terceiros nem coloca em causa valores de parcimónia que são peculiares da causa militar.
2º - Coincide com o encerramento deste blogue
3º - É oportuno, porque acrescenta alguma coisa à personalidade pública de Jardim, na hora da sua despedida sem brilho.

JARDIM COM COMPORTAMENTOS ÉTICOS VERGONHOSOS

Corriam tempos de ataque despudorado ao Comandante da Marinha na Madeira, com atitudes e declarações que mereciam uma atitude corajosa de condenação por parte dos mais elevados representantes do Estado, mas que nunca surgiram aberta e frontalmente.





Face à situação e ao combate isolado que enfrentava, peço uma audiência a Jardim e dou-lhe conhecimento das razões infundadas para ser afrontado daquela maneira.
O dito cujo pede-me um apontamento "informal" das questões abordadas, para "enviar para os serviços" e apresenta-se aos jornalistas dizendo que "a falar é que as pessoas se entendem".
Tudo parecia correr bem!
É-lhe entregue o apontamento. Traiçoeiramente, envia cópias para o Ministro da Defesa, Chefe do E.M.A. e Ministro da República, acusando-me de enviar ofícios para o Presidente do G.R., desrespeitando os canais formais obrigatórios.
Uma vergonha.
Teve azar e o tiro acertou no próprio pé. Cautelosamente, o documento tinha sido elaborado em colaboração com aquelas entidades, que estavam ao corrente e apoiavam o procedimento adoptado! A traição não resultou!



JARDIM MENTE DESPUDORADAMENTE

Terminada a comissão de serviço e já na Reserva, escrevo-lhe uma Carta Aberta.
Jardim tem a desfaçatez de dizer aos jornais que não recebeu a minha carta, habituado a fazer acusações a militares que, pelo seu Estatuto, não podiam defender-se.


A prova existe, graças ao registo comprovativo.
Jardim mentiu, mas desta vez o militar pode desmascará-lo.
Mesmo que 10 anos passados!







Não existem objectivos de desenterrar factos passados. Contudo, é sempre oportuno revelar aos madeirenses o tipo de pessoa em que muitos confiaram. Uns cegamente, outros por oportunismo.
Nesse sentido, presenteio-vos com a última missiva, na qual pedia a Jardim para não me incomodar com as suas frustrações.
Coerente com o seu passado de escriba do marcelismo, coloca um despacho a vermelho, insinuando uma triste ofensa como forma de resposta.


QUE DESCANSE POLITICAMENTE EM PAZ!




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A revolta da chibata (ver primeiro post sobre o tema)

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Nós os iluminados

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A vitória do Ponto e Vírgula

Ressuscitemos a célebre exclamação - "Isso agora, ponto e vírgula".
Esta frase de cariz popular, representava uma forma simbólica de dizer que levantava muitas objecções e exigia explicações a algo que lhe merecia desconfiança.
Regresse o "ponto e vírgula" como forma de dizer BASTA!

Apareçam sempre por aqui!

Na dita Madeira profunda

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Bela homenagem (Março 2004)