07/01/15
7 anos à procura do bandido
Postado por RR às 1/07/2015 1 comentários
Recta final
O Fúria do Cajado não merece definhar.
Deve morrer de pé, a distribuir cajadadas.
Criado em 2007, publicou 2123 mensagens. A missão não está cumprida, muda apenas de cenário. Trata-se, afinal, de uma adaptação a outras formas de chegar a quem quer discutir ideias connosco.
O Fúria do Cajado foi um instrumento, mas, enquanto houver corrupção e exploração, a musica será a mesma, muda apenas de instrumento.
Para um encerramento condigno, dedicaremos três pérolas finais a protagonistas habituais deste blogue (Paulo Portas e Jardim) e a um novo-velho protagonista da politica madeirense (Albuquerque).
Aguardem, já foram buscar os condenados!
Postado por RR às 1/07/2015 0 comentários
15/10/14
Impunidades
ANTES
Postado por RR às 10/15/2014 0 comentários
05/07/14
O que esconde uma bandeira?
Durante anos a Fortaleza do Pico, na Madeira, defendeu os madeirenses dos piratas que frequentemente assaltavam a ilha.
Nos anos mais recentes, a Fortaleza, embora sem as peças de artilharia que a adornavam, constituiu um símbolo de resistência a outras piratarias. Estas bem mais difíceis de combater, porque estes artistas da piratagem dormiam na mesma terra ... e até eram donos dela.
Foram várias as tentativas de assalto, por parte do chefe do Governo Regional, mas sempre repelidas por falta de acordo entre sitiantes e sitiados.
Esteve prevista a entrega ao Grupo Pestana. Dionísio Pestana tinha mesmo desenhado um elevador panorâmico para este futuro hotel de charme. O intermediário, o Secretário dos Assuntos Culturais foi a pessoa indigitada pelo chefe. Curiosa a entrega de um negócio de hotelaria aos assuntos culturais!
Em todo o país, as fortalezas sempre estiveram entregues aos militares.
Um ou outro abuso arquitectónico não retiram aos militares o mérito de terem impedido que se tornassem um monte de pedregulhos.
Contudo, foi com toda a seriedade que esses edifícios históricos tiveram outros destinos - museus, pousadas, etc. - sempre que o interesse do Estado tenha sido salvaguardado, tanto no aspecto económico como na faceta cultural.
É neste enquadramento que tomámos conhecimento que a Fortaleza do Pico foi entregue ao Governo Regional (GR), com direito a "papel passado" e com algum beberete festivo.
Parece-nos correcto, desde que ...
O "desde que" é que nos preocupa, porque nestes acordos de cavalheiros (mesmo com "papel passado") as coisas nem sempre são transparentes.
Os interesses do GR e da República deveriam ser coincidentes. Afinal, trabalhamos todos para o bem desta comunidade, chamada portugueses, mesmo que uns sejam madeirenses e outros ribatejanos, transmontanos, etc. Mas não são, por causa dos seus intérpretes. A visão provinciana está sempre presente. Pior ainda quando outros interesses obscuros se sobrepõem aos outros.
O referido chefe do GR já deu uma triste imagem do seu aparente objectivo - "poder pôr a bandeira azul e amarela lá em cima". Reparem no complexo e no alívio transmitidos neste "lá em cima".
Ficará satisfeito com esse gesto libertador? Como ele referiu em tempos numa entrevista "não sou uma besta".
Qual o destino, portanto, a dar à conquista realizada?
Confirma o velho destino "cultural" denominado Pestana?
Dá-lhe o mesmo destino que outros edifícios históricos conquistados? Uma monumental discoteca também podia encher os cofres de alguns amigos, desde que seja içada a bandeira, bem entendido!
Afinal, tudo parece claro no Diário da República.
Uma embarcação será entregue à Marinha, mesmo que já esteja em uso pelos cadetes da Escola Naval.
Cede-se o direito de uso das instalações do «Edifício Funchal 2000», mesmo que não saibamos os termos deste direito de uso. Desejamos que não fique sujeito a eventual retorno segundo critério abusivo do chefe!
Tudo isto ficaria livre de especulações e de obscurantismos, se tivesse sido devidamente divulgado o protocolo que as partes subscreveram.
Mas isso é pedir demais, quando tantos interesses obscuros são escondidos atrás de uma bandeira!
Postado por RR às 7/05/2014 0 comentários
21/04/14
06/03/14
Estes querem votar por nós!
Postado por RR às 3/06/2014 0 comentários
17/02/14
Ainda não!
Cafôfo alertou, Jardim imediatamente prometeu resolver
Postado por RR às 2/17/2014 0 comentários
11/02/14
31/12/13
2014 - ou eles ou nós!
2013 agoniza, tal como a esperança de muitos portugueses.
2014 já tem hora marcada. É anunciado com mais nuvens negras. O hábito do sacrifício já está assimilado pelos portugueses.
Se este governo passar incólume este novo ano, será uma vergonha para todos nós.
Na última campanha legislativa, perante as promessas que levaram Passos Coelho ao governo, apresentei uma proposta a muitos oficiais das Forças Armadas, no sentido de elaborarmos algumas perguntas aos partidos.
A ideia seria, mais tarde, poder confrontar o partido no poder com as respostas dadas aos militares.
Teríamos agora, uma arma fortíssima para levar até às últimas consequências a ilegitimidade de um governo que retirou aos portugueses (militares incluídos) as condições de vida dignas de um europeu do século XXI, entregando esse pecúlio aos grandes empresários e o governo do país em mãos desabridas estrangeiras.
Foi pena!
Contudo, haja vontade, tudo tem solução.
A política tem deixar de ser uma palavra odiada e passar a ser pertença dos cidadãos.
Ainda vamos a tempo!
Por cada mês de desgoverno de Passos Coelho, serão anos para recuperar a dignidade perdida.
Os Sargentos das Forças Armadas já disseram que a revolta de 31 de Janeiro é um grande exemplo!
Postado por RR às 12/31/2013 2 comentários
20/12/13
O voo TP 607
Bruxelas faz uma peregrinação semanal de louvor a certos e determinados deuses.
Todas as 5ª feiras a peregrinação dirige-se pelas ruas da cidade em direcção ao aeroporto.
Os peregrinos seguem de carro, trajam de cerimónia e carregam pastas negras como adereço indispensável.
Eles e elas amam os deuses que guiaram a mão do povo.
São os deputados europeus, os nossos deputados europeus.
Desfeita a peregrinação, o caminho de casa é feito no voo TP 607.
Capoulas Santos e Edite Estrela, separados do povo por um cortinado pouco socialista.
Alimentação e tratamento especial, porque 2 dias de trabalho dourado deixaram-nos esgotados.
Mais atrás, arriscando a vida no meio do povo, a Ministra das Finanças do PSD mas não do país.
Entre ela e o povo, uma cortina de assessores ou quejandos.
Os quejandos falam alto sobre assuntos que o povo perceba - avó que faz massa sovada e bolos lêvedos, etc.
O povo sente-se mais próximo destes do que dos outros.
Passos Coelho mandou os governantes para a classe popular. A direita é vesga mas não é parva.
Para retalhar o povo é preciso ganhar-lhe a confiança.
Os deputados europeus, neste caso socialistas, só precisam de descer ao povo dentro de alguns meses.
Durante o próximo período eleitoral, voltarão a estender a mão para renovarem o bilhete executive para Bruxelas.
O voo TP 607 desapareceu do radar da democracia. Mudará o rumo quando o povo acordar!
Postado por RR às 12/20/2013 0 comentários
02/12/13
Anda por aí muita areia atirada aos nossos olhos
Postado por RR às 12/02/2013 0 comentários
25/11/13
Muito obrigados
A ascensão na baixa política pode ser feita com sucesso a passos de coelho (vulgo corrida rápida) conforme exemplo da figura aqui implícita.
Quando as comadres se zangam, o esgoto fica a céu aberto e os dejectos ficam facilmente visíveis.
Ficámos assim a saber por um "arrependido" os pormenores da ascensão a 1º Ministro do repetidamente apregoado legítimo Passos Coelho.
A receita é simples para futuros interessados:
- Escolhe-se um Relvas para coordenar as patranhas e para futuro bode expiatório
- Seleccionam-se os possíveis adversários partidários (Manuela Ferreira Leite p.e.) e descredibiliza-se-lhes o perfil
- Contratam-se empresas de comunicação para mexer com telejornais e afins
- Em último caso, deslizam-se confidências junto de familiares das vítimas seleccionadas
O caminho está desbravado, só falta pôr a coleira no eleitorado.
Nada que meia-dúzia de promessas incumpríveis não resolvam o problema.
" Muito obrigados" finaliza o legítimo.
Postado por RR às 11/25/2013 0 comentários
18/11/13
08/11/13
Cardoso Jardim em grande forma para as exéquias políticas
Postado por RR às 11/08/2013 1 comentários
31/10/13
Onda de masoquismo percorre os portugueses
Doentes optaram em 57% dos casos por levar das farmácias, medicamentos mais caros
Segundo a Autoridade Nacional do Medicamento, o filme é este:
- Não, não, Sr. Ferreira, eu quero outro mais caro, por quem me toma?
Médicos e Farmacêuticos digladiam-se por uma relação profícua com os Laboratórios e com aquilo com se compram melões.
Pelo meio, o consumidor de medicamentos, "a esbanjar acima das suas posses", é a eterna vítima.
A solução está mesmo nas mãos dos consumidores:
Haverá sempre um membro da família com acesso à internet.
No site
http://www.infarmed.pt/genericos/pesquisamg/pesquisaMG.php
poderá encontrar os 3 ou 4 genéricos mais baratos, a partir da substância activa do medicamento que necessita
A Ordem dos Farmacêuticos diz que é uma questão de cêntimos.
Vejamos um exemplo, sem grandes pesquisas, relativamente a um medicamento para o Colesterol
Em vez de pagar 8,52 paga 1,51 euros ....
Postado por RR às 10/31/2013 0 comentários
26/10/13
Será conforme a pintarem
Foi preciso estar lá!
Para ver uma manifestação jovem com esmagadora predominância de jovens.
Para avaliar jornalistas que mentem sem faltar à verdade.
O jornalista do DN desenvolve no texto que afinal "estavam 2 mil pessoas em frente ao Parlamento às 18 horas". Vá lá, podia dizer que às 22 horas só lá estavam os polícias. Na verdade às 17 horas o recinto estava cheio e um mar de gente sem lá conseguir chegar.
PODIA TER DITO, que cerca de 15 a 20 mil pessoas participaram da manif em Lisboa
Fica uma grande mensagem:
- Os jovens voltaram à luta, com muita energia e com muita raiva.
A luta vai ser dura, porque o poder decretou mobilização geral da tropa de choque - jornalistas com a dignidade em saldo, políticos indignos e infinitos sempre-em-pé.
Postado por RR às 10/26/2013 1 comentários
25/10/13
O doce charme dos esganados
Por elevadas razões pessoais e baixas razões políticas, fui, ontem, parar ao Pátio da Galé, à cerimónia de tomada de posse de António Costa e restantes eleitos municipais.
Ambiente esmagador e esganador.
Uma volta pelo espaço e a constatação de que, para além de pequenas ilhas de povo (progenitores de eleitos anónimos?) sentia-se o pulsar engravatado-socialista, mesmo que órfãos do mal amado Seguro. Ávidos de distantes acenos de cabeça ou efusivos cumprimentos, pululavam também esganados engravatados, numa foto de família de quem está ali para sobreviver na legitimidade etérea e persistente dos que odeiam cheiro a suor e fogem das indesejáveis calosidades laborais.
Todos os eleitos são aplaudidos, numa demonstração de superioridade democrática. Amanhã, retirados os nobres cenários, voltarão a aplaudir os seus gladiadores, mesmo que discordem do que dizem e a assobiar os adversários, mesmo que concordem com o que dizem.
António Costa, aplaudido até fazer doer o bem senso, discursa para a República que o espreita através das câmaras televisivas e estende a mão à direita, à esquerda, acima, abaixo, noroeste e até cruza fronteiras nacionais numa afrancesado cumprimento ao seu homólogo de Rabat.
Saio, evitando assistir à cerimónia de felicitações, um inevitável misto de religioso beija-pés com entrega de cartão de visita para qualquer trabalhinho - leve, pois claro.
Duas portas abaixo, mesmo muito abaixo, um sem abrigo desenha o seu corpo na ombreira de acolhedora porta. As mensagens da Lisboa nova não chegaram até ele. Por perto, os esganados passaram e renovaram desinteressantes conversas ou simularam atender o telemóvel, para o tornarem invisível.
O caminho até ao Tejo está sinalizado com mais invisíveis.
Durante séculos o Tejo serviu para isso mesmo - para fingirmos que Lisboa fica mais limpa!
Postado por RR às 10/25/2013 0 comentários
10/10/13
Aviso: Isto não é anedota, porra!
Postado por RR às 10/10/2013 0 comentários
08/10/13
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