10/04/08

Escrever enquanto não for ilegal


Contrariando a tendência generalizada de outros países membros da C.E., o Governo Português prepara-se para apresentar uma proposta de lei à Assembleia da República, de reformulação do Regulamento de Disciplina Militar, a qual, para além de uma compreensível actualização deste Regulamento, pretende, por outro lado, satisfazer a atitude securitária e repressiva deste Governo, nomeadamente ao retirar aos militares fora da efectividade de serviço, determinados direitos cívicos já consagrados na lei.

Esta proposta do governo PS, remete, por exemplo, os Reformados para o cumprimento de 8 dos 13 Deveres Militares, calando aqueles que com inquietante regularidade, têm vindo a ser fustigados nos seus direitos, concretamente na área que mais os castiga - a saúde.

Mas o caricato, também abrilhanta esta proposta de lei, potenciando situações ridículas.
O deputado do PS, Marques Júnior, militar reformado, como membro da Comissão Parlamentar de Defesa questiona o Ministro da tutela.
Logo, será punido, por, além de infringir o Dever Militar de Isenção Política, também não cumpre o Dever de Lealdade que o proibe de "manifestar de viva voz ideias contrárias à Constituição ou ofensivas dos órgãos de soberania e respectivos titulares, das instituições militares e dos militares em geral ou por qualquer modo, prejudiciais à boa execução do serviço ou à disciplina das Forças Armadas".

Mas, por outro lado, não está abrangido pelo Dever de Obediência, "cumprir, como lhe for determinado, a punição imposta por superior".

Portanto, com esta proposta de lei, seria punido, mas não cumpria a punição!

09/04/08

Dirigente xenófobo critica Ministério Público por não intervir contra atitude racista de Cardoso Jardim


Até hoje o Cajado nada tinha em comum com Mário Machado, o dirigente nazi da Frente Nacional. Até quando diz que tem orgulho em ser branco, estamos em desacordo - prefiro o tinto.

Agora que está na barra do tribunal, acusado de vários crimes de ódio com recurso à violência, diz que não se considera racista, mas sim racialista. Para o provar afirma que «conhece negros que são melhores pessoas e mais inteligentes do que brancos».
Como o Cajado conhece brancos que são melhores pessoas e mais inteligentes do que negros, poderemos concluir que brancos e negros são estúpidos, quando dizem coisas cretinas!

Mas, no meio dos seus delírios, consegue arranjar argumentos para os quais não temos resposta:
- Criticou a dualidade de critérios do Ministério Público quando as afirmações polémicas são feitas por outros quadrantes políticos. Para tal deu como exemplo o presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim, que publicamente afirmou que não queria chineses e indianos na Madeira, uma posição que este arguido sublinhou não ter suscitado qualquer intervenção por parte do Ministério Público.

Na verdade o Cajado sabe da existência de milhões de chineses e indianos que são melhores pessoas do que Cardoso Jardim e têm piores relações com o seu Ministério Público...

08/04/08

Assembleias abertas e Assembleias "com capacete"













As Autonomias das Regiões Autónomas foram, sem sombra de dúvida, das conquistas mais bem conseguidas do "25 de Abril".
Como expressão mais representativa dessas autonomias,
podemos apontar as respectivas Assembleias Legislativas. A comprová-lo, o estoicismo com que têm resistido aos maus tratos de alguns.

Contudo, apresentam-se, significativamente bem diferentes, aos internautas que as pretendem visitar e consultar.

A A.L.R. dos Açores, apresenta-se bem estruturada, mas, fundamentalmente, transparente a quem quiser consultar o essencial da base de dados de uma instituição com estas características, nomeadamente, Requerimentos, Petições, Intervenç
ões em Plenário, etc.

A A.L.R. da Madeira, pelo contrário, apresenta-se como um cofre-forte onde esconde a actividade essencial dos deputados, mas, em compensação, revela-nos as facetas mais curiosas dos seus membros. As fotos da visita do seu Presidente a Berlim (reunião da CALRE) , incluídas, entre muitas, no respectivo site, são de rara beleza arquitectónica...



Mão fiel



Abandonada pelo namorado?

Não totalmente...

Pelo menos a mãozinha dele ainda não a abandonou!

Informação ao consumidor

Este produto alimentar pode provocar o descoloramento da zona abdominal!

Ministro procura economia robusta - assunto sério


Relatório da OCDE sobre Portugal:
O nível de vida baixou nos últimos anos em relação à média da OCDE, com a dilatação do fosso do PIB por habitante reflectindo, essencialmente, baixa produtividade

Em entrevista ao "Financial Times":
Teixeira dos Santos sublinha a "robustez" adquirida pela economia nacional nos últimos anos.

07/04/08

Vem aí uma baixa de temperatura


PREPAREM-SE!

Mais vale fazer entrevista à camisola


Estranha epidemia afecta os jogadores de futebol, a avaliar pelas entrevistas após os jogos:

Pergunta: - Acha que a arbitragem teve forte influência no resultado?
Resposta: - Trabalhámos bem, foi um jogo difícil e vamos continuar a trabalhar durante a semana.

Pergunta: - Gosta de jogar com outro ponta de lança, ou prefere o sistema 5x3x2x1x2x8?
Resposta: - Trabalhámos bem, foi um jogo difícil e vamos continuar a trabalhar durante a semana.

Pergunta: - Tem convites para, na próxima época, jogar no estrangeiro?
Resposta: - Trabalhámos bem, foi um jogo difícil e vamos continuar a trabalhar durante a semana.

Nenhuma ponte escapa a Ferreira do Amaral


Bruxelas: Sampaio defende a construção de pontes entre comunidades




O Cajado considera urgente acalmar o Eng Ferreira do Amaral, o qual já tinha mandado efectuar um estudo para calcular a indemnização a exigir ao Estado por óbvios prejuízos para a Lusoponte.

Quem fala assim não é "Fedorento"




Ricardo Araújo Pereira n'A Cabra - Jornal Universitário de Coimbra

O Natal dos hospitais é o topo da carreira de qualquer artista



O seu livro tem estado na lista dos mais vendidos nas principais livrarias do País. A que se deve este sucesso? Deve–se ao facto de os portugueses alinharem em tudo o que é porcaria. Compram qualquer coisa, até o meu livro. No entanto, o livro não tem só defeitos, por exemplo o papel é muito absorvente, é macio e, portanto, tem várias utilidades.

Algumas editoras falaram comigo para editar as crónicas que publico na Visão por uma razão editorial e artisticamente muito forte, que é: em princípio ia dar dinheiro.

Os americanos têm muito a tradição de abater os seus próprios presidentes

É preciso dizer que sou o pior jornalista do mundo. Devia haver um diploma para isso. Na altura em que estive na TVI obtive esse título porque não fazia nada de especial, era um estagiário. Mesmo as coisas pequenas que me mandavam fazer, eu não conseguia fazê–las dignamente. Uma das minhas especialidades era voltar para a redacção sem ter recolhido o nome da pessoa com quem tinha falado, o que é bizarro porque depois vê–se uma pessoa a falar e não está, em baixo, escrito o nome dessa pessoa.
O que aconteceu foi que eu fiz isso várias vezes e a partir de certa altura já era ridículo chegar à redacção sem os nomes. Uma vez fui entrevistar um grupo de alentejanos que se manifestou em Lisboa, na Avenida da Liberdade, falei com seis ou sete e não recolhi o nome de nenhum. Quando cheguei à redacção perguntaram–me:
“Desta vez recolheste os nomes?”, e eu: “claro que sim”, então inventei nomes de alentejanos para toda a gente, “Joaquim Carrapiço”, “Manuel Pica” e pronto.

O amigo Fernando Alvim caracteriza-o como “um palerma, é assim que ele gosta de se definir. Mas é um palerma com estilo”.

06/04/08

Saída pela porta do curral


PCP, BE e PND - "organizações fascistas"

Assim foi relatado pelo DN-Madeira.

Proferido por Cardoso Jardim, esse mesmo, o tal sobrinho, o tal jornalista, o tal admirador de Marcelo Caetano, o tal que defendia uma «juventude mesclada no sangue e lágrimas» para não perder o «Ultramar», o tal bajulador do fascismo ...

Que nojo!!!!!!!!!!

05/04/08

A crise não anda de autoestrada

O Tribunal de Contas voltou a atacar, desta vez através de Auditoria à gestão das Parcerias Público Privadas, neste caso às concessões rodoviárias.
E as conclusões vertidas no Relatório, não são brilhantes e caso o Tribunal de Contas não estivesse coibido de ilações políticas, facilmente poria em causa a opção do Estado Português em recorrer ao sector privado, como única forma de desenvolver novos projectos de autoestradas.
É uma legítima decisão política, tem é de ser séria.

Multas? O Estado é nosso amigo...
"Até à data não foram efectivadas multas por incumprimento contratual, estando posta em risco a posição negocial do Estado"

Mesmo que houvesse multas, o crime compensava
"Os montantes de penalização, em vigor, não são considerados desincentivadores da quebra de compromissos contratuais"

Assim não vale a pena fazer contratos sérios
"Os contratos de concessões SCUT prevêem a aplicação de penalidades ou prémios, em função do desempenho de cada Concessionária no que diz respeito à sinistralidade. A EP não exerceu até finais de 2006 controlo sobre os dados de sinistralidade verificados, nas várias concessões."

O apregoado rigor por vezes vai de férias
"A existência de uma contratação em Parcerias Público Privadas com efeitos financeiros e outros, em grande parte, indeterminados."

Um exemplo entre tantos, de decisões precipitadas, ditadas por razões políticas e que vão traduzir-se em milhões de euros de prejuízo para o Estado e lucro para a concessionária, com argumentos de Reequilíbrio Financeiro (REF):


e assim se lucra com decisões e respectivas revogações!



04/04/08

Metelo na escola e tirá-lo de S. Bento

António Perez Metelo, redactor principal do DN:

Um relatório do Eurostat constata que, entre 2001 e 2006, Portugal apresenta o 4.º maior crescimento em recursos humanos entre 45 e 64 anos, na área da ciência e tecnologia.

Então vamos lá ver esse relatório da Eurostat, que leva A. P. Metelo a concluir que «o país está a mexer... mesmo!»

Efectivamente, Portugal (PT) aparece em 4º lugar, reltivamente às Taxas de crescimento anual médias (entre 2001 e 2006) dos Recursos Humanos Seniores (de 45 a 64 anos) em Ciência e Tecnologia.
Mas...
Este quadro também relega Portugal para o último lugar na percentagem de Recursos Humanos Seniores (de 45 a 64 anos) em Ciência e Tecnologia (RHST) no conjunto da população activa da mesma idade.
A.P. Metelo também leu neste relatório o seguinte:
- Portugal demarca-se notoriamente com uma proporção de RHST de apenas 17% no conjunto total da população activa no escalão etário de 45 a 64 anos

Leu, mas esqueceu-se de partilhar connosco...

03/04/08

Os Portugueses e o CHE



Este blog não tem intuitos moralistas e o seu autor não tem baias sociais ou políticas, que o limitem na expressão do seu pensamento, para além do que é ditado pelo que ele próprio considera o senso comum.

Identificando-se com os chamados princípios de esquerda, rejeita, contudo, quaisquer dogmas intocáveis e posiciona-se numa permanente tentação de desmascarar os sofismas políticos e sociais desta feira global.

É assim que parto para criticar uma incoerente reflexão de uma das figuras da História próxima, pela qual nutro uma enorme admiração - Ernesto Guevara, que amigos e inimigos consagraram como CHE.

Situemo-nos nos bairros miseráveis de Caracas, no ano de 1952 e deixemos falar o jovem Ernesto, através do seu diário:
«Aproximo-me de uma barraca, a mãe de cabelos crespos e seios caídos, cozinha, ajudada por uma negrinha de 15 anos. Peço-lhes que posem para uma fotografia, mas recusam categoricamente, dizendo não deixar que lhes roubem a alma...».
Ernesto insiste - nova recusa -, sem dúvida demasiado seguro da sua boa consciência para se dar conta de que é visto como um estranho, um branco, membro da mesma corja dos malditos portugueses, emigrantes pobres que foram lá parar, que escorraçam os negros cada vez para mais longe.
O fotógrafo vira então a máquina para um garoto de bicicleta que se assusta perante a objectiva e cai, desatando num berreiro. Catástrofe.
«Todos saem a correr para me insultar...». Chamam-lhe, suprema injúria, PORTUGUÊS!

O nosso frustrado fotógrafo, dispara do alto do entusiasmo da sua juventude, numa base bastante incoerente e lamentável:
«Os negros, esses magníficos exemplares da raça africana. que conservaram a sua pureza graça à sua aversão pelo banho, viram o seu território invadido por um novo tipo de escravos - os PORTUGUESES...»

Imaginemos o caminho percorrido, por este fotógrafo de ocasião, quando, dez anos depois, o mesmo Che, transfigurado, pretenderá editar em Cuba, Frantz Fanon, apóstolo radical da negritude revolucionária, antes de ir, ele próprio, combater pelos direitos da África negra!

Podíamos preencher este blog com páginas de exemplos de emigrantes portugueses, que deixaram na Venezuela um significativo e sacrificado contributo, para o engrandecimento daquela nação. Nem a sofreguidão ambiciosa de uma minoria, poderá ensombrar esta realidade. A de que, embora desenvolvendo um trabalho de "livre escravatura", os portugueses não seriam merecedores do desprezo dos outros excluídos de Caracas, nem apontados como a origem da degradação social dos negros. O jovem Ernesto já poderia deduzir que o mal de uns escravos não estava nos outros escravos...


Citemos alguns pequenos exemplos, recolhidos do "Correio da Venezuela", na sua edição do último dia de 1969:

Com os seus 90 anos, a vida de Luísa Rodrigues Pestana Pereira é uma história cheia de tristezas, alegrias e de maravilhosos momentos que a tornaram uma mulher inteiramente feliz.
"A rainha da Holanda queria os portugueses porque eram bons braços para o trabalho", afirma Luísa Rodrigues.

Maria Lídia Camacho Fernandes Camões, 96 anos.

...Tirava férias a cada três ou quatro anos

Fez uma sociedade para criar e vender frangos, situada em Tinaquillo. Isto durou apenas três anos, porque um dia as aves amanheceram todas mortas devido a uma epidemia, o que não lhe deixou outra alternativa senão regressar à Madeira.


Manuel Augusto Pinto Júnior, foi um emigrante que, como muitos outros

Ele fez de tudo. Começou como ajudante numa mercearia, foi condutor de autocarro, motorista de transporte e carnes, carniceiro, entre outras profissões


Maria Salete Pereira Sardinha

Começava a trabalhar às 5 a.m. e terminava às 11 p.m. ganhava muito pouco mas era a minha ajuda para a casa, para juntar ao que o meu esposo trazia do seu trabalho. Tive o cuidado para me dar bem com todos os proprietários, nunca reclamando com ninguém por sujar o que estava limpo. Preferia limpar


Meu caro jovem Ernesto
Os Portugueses também engrossaram a longa coluna de trabalhadores oprimidos, pelos quais vieste a dar generosamente a vida.
Contudo, a minha admiração por ti continua intacta, até porque, tenho a certeza, também subscreverias a crítica aqui desenvolvida...
Os bairros miseráveis de Caracas continuam testemunhas da necessidade de mudar o mundo.
Tão só!

Ministro das Finanças de Portugal e offshores


Ministro 'esconde' lista de aplicações em 'offshores'

O Ministro disse já ter pedido ao Banco de Portugal (BdP) informação desagregada sobre as aplicações financeiras realizadas por instituições públicas portuguesas em offshores.

O Cajado
compreende perfeitamente que o trajecto entre o Banco de Portugal e o Ministério, não é fácil, dado o mau estado da vereda, onde, com grande regularidade, ficam atoladas as carroças que transportam a "mala" com os vários quilos de informação estatal.
Mesmo assim, não haverá um corajoso cavaleiro que, com a devida escolta, evite que o Ministro faça dos portugueses, uns cabeçudos de feira das farturas?

Bye-bye! Bandarilhei-vos mais uma vez! AhAhAhAh


Esta "Federação" não será só um edifício e uma mão ceia de computadores.
Deve ter gente, pessoas, responsáveis (se o termo não for muito abusivo) aos quais terão de ser pedidas responsabilidades.
Sentem-se no banco dos réus e investigue-se se houve cumplicidades ou mera negligência. Andaram certamente distraídos durante 3 anos, talvez em cursos de sudoku e longas metragens cinematográficas como "O Padrinho"!

02/04/08

Fomos apanhados!


Astrónomos identificam o buraco negro mais pequeno até agora conhecido

É claro que a mania do Sócrates andar para aí a dar nas vistas, tinha que dar nisto...

Será ainda a bota do Salazar?

Barómetro Político Marktest (Março 2008)

Considerando que os dados apresentados, reportam um período razoável (Março 06/Março 08) para retirar algumas conclusões válidas, fizemos o seguinte exercício:

- comparámos os valores das votações no PS e no PSD
- juntámos as votações do PS e do PSD
- retirámos os dois valores extremos, como se impõe a um estudo estatístico

Concluímos que:
- embora as diferenças de votação nos 2 partidos tenham grandes variações (em OUT 07 eram praticamente iguais e em MAR 07 diferiam 20.7 %), a soma das votações no PS e no PSD mantem uma linha estável com uma variação máxima muito pequena (4.7 %).

Não parece muito abusivo concluir que o eleitorado do "centrão" movimenta-se apenas entre os 2 maiores partidos, numa estratégia de voto útil nos partidos susceptíveis de alcançar o poder e assim influenciar os seus próprios destinos.
As chamadas penalizações dos portugueses, sobre o partido que não governa segundo as suas expectativas, são feitas através da votação no outro partido da área do poder.

Agora, especulemos descaradamente:
Podem os políticos mentir,
podem alguns dos seus "notáveis" cair na fraqueza da corrupção,
podem demonstrar uma libidinosa simpatia pelos grandes grupos económicos e uma alergia aos "descamisados"
que
o grosso da manada dos nossos eleitores, fazem o extenuante trabalho mental de tentar advinhar qual o partido que mais o favorecerá do ponto de vista económico e com que missangas lhes acenam!

Mas, Democracia...é isto mesmo!

01/04/08

Cada regime tem o seu VIBRADOR


A que ponto chegámos!

Jaime Ramos, Presidente do Grupo Parlamentar do PSD/M na A.L.R., dá um "salvo-conduto" a Sócrates e autoriza-o a vir à Madeira porque «ninguém lhe vai fazer mal».

A Madeira é uma coutada, um santuário de corrupção, um "bunker" de fundamentalistas ou quê?
Em nome da estabilidade e da paz podre, o melhor será o poder não responder...

Mas Jaime Ramos, põe a descoberto a estratégia que o Dr. Jardim sempre utilizou para perpetuar-se no palco do Chão da Lagoa.

«Os ilhéus são mais honestos do que os continentais» afirmou J. R.

Esta frase não é uma simples javardice. O seu conteúdo reflecte aquilo que o "chefe" andou a meter na cabeça dos madeirenses e que é necessário desmontar.
Já não tem sentido a divisão entre ilhéus e continentais, salvo para atribuir as culpas, ao inimigo do outro lado do mar, de todas as asneiras cometidas pelo jardinismo.
A "guerra das bandeiras" tem precisamente o mesmo objectivo, se bem que, não sendo dirigida a todos os organismos da República, ainda poderá haver a divisão entre continentais maus e continentais assim-assim.

Os portugueses podem dividir-se, isso sim,
entre exploradores e trabalhadores,
entre corruptos e honestos
e entre reaccionários e democratas.

O resto são tácticas bolorentas herdadas do salazarismo!

De cócoras é muito mais moderno


Em baixa política tudo se compra, tudo se vende.
As maquiavélicas estratégias de poder não se compadecem com valores éticos, morais e de justiça.

O segredo de Fátima não envolvia uma absurda "conversão da Rússia"?

O segredo da Madeira tem passado por vagas sucessivas de cobardia política.

Salazar, de braço dado com a Igreja Católica, pôs os crentes de joelhos em Fátima e de braço dado com a Pide, tentou pôr todos os portugueses também de joelhos.
A genuflexão passou a fazer parte das práticas tradicionais do «bom povo português».

Os tempos mudam, os hábitos continuam e as atitudes políticas modernizam-se.
A arrogância de Sócrates, evidenciada perante vários sectores laborais nacionais, mantém-se, coerentemente, quando confrontada com os tiranetes do regime.
Mantém-se, mas de cócoras..., para tentar passar despercebida.

Contador

O poder da mente

O poder da mente
Nós os iluminados

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A vitória do Ponto e Vírgula

Ressuscitemos a célebre exclamação - "Isso agora, ponto e vírgula".
Esta frase de cariz popular, representava uma forma simbólica de dizer que levantava muitas objecções e exigia explicações a algo que lhe merecia desconfiança.
Regresse o "ponto e vírgula" como forma de dizer BASTA!

Apareçam sempre por aqui!

Na dita Madeira profunda

Na dita Madeira profunda
Bela homenagem (Março 2004)