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18/01/08

O regresso do Cajado

O Cajado foi ao marceneiro, aplainou umas arestas, envernizou e ... está de volta!

E entretanto o que lhe relatou o marceneiro?

Um português vai à procura de crocodilos no Sara, depois de resistirem a 4 mil anos de areia.


O povo BCP esmagou Cadilhe e encostou-se ao poder político. Entretanto, proprietários das 17 sociedades "off-shore" continuam "a monte".


Lisboa acompanha a histeria americana e mobilizou-se contra um frasco de mau cheiro. Como disse um especialista, até parece que os lisboetas não conhecem os efeitos de uma boa feijoada...


Os portugueses elegeram os restaurantes como novo campo de batalha com a ASAE. Contudo, face às cortinas de fumo lançadas, a ASAE ainda aguarda a "clarificação de procedimentos"a adoptar na fiscalização dos restaurantes com dístico "fumadores"!


O Benfica e o Sporting, preparam-se para o campeonato dos segundos e fizeram aquisições de terceira. Face à retirada de pontos ao Belenenses, adeptos conformam-se pontapeando dirigente!


A economia mundial está à beira da recessão. Nestas coisas, Portugal acelera logo para colocar-se no pelotão da frente. A Bolsa de Lisboa teve em 2008 o pior início de ano da sua história, com uma perda de 11,5% no índice PSI-20 em duas semanas. É o índice europeu mais penalizado este ano, perdendo mais de 4,2 milhões de euros.


Vai afectar milhares de famílias sobre-endividadas mas não impede o aumento das desigualdades sociais e as principescas remunerações auferidas pelos administradores de algumas empresas.

NADA QUE NÃO SE RESOLVA COM MAIS UMA CIMEIRA IBÉRICA E RESPECTIVA "CORTINA DE FUMO".



08/12/07

Questões "bilaterais" batem no teto.


Muammar, meu irmão, será de interesse mútuo abordarmos a questão da venda de petróleo líbio em condições interessantes para Portugal.
Alô, irmão Muammar...

04/12/07

Há sempre alguém...

O SOS RACISMO - PORTO vai dinamizar esta sexta-feira (dia 7 de Dezembro) por volta das 21horas, na Casa Viva (Praça do Marques, nº167, Porto), uma tertúlia acerca da cimeira Europa-África.

03/12/07

A barraca do Gathafi?


Ao folhear o "Público" deparo com um " Bem-vindos ao site oficial de Muammar Al Gathafi" na secção de Classificados, não muito longe da publicidade a uma "Jovem massagista"...

Conclusões? Várias e pouco conciliáveis:
- um Presidente de país africano a fazer publicidade num jornal português (ok, a cimeira é cá) na mesma onda das jovens e velhas massagistas!!??
- a frontalidade de não recorrer a uma Agência de Comunicação para lhe vender o "produto" em 23 jornais, 8 televisões, 345 sites na internet, etc, etc., mas assumindo directamente como matéria de propaganda.
- o nosso desejo que, todos aqueles que nos querem vender o novo aeroporto em Vila Nova da Rabona, enveredem honestamente pela página da publicidade legitimamente assumida.

Bem, e o pequeno pormenor do conteúdo?
Não me sinto devidamente informado para me pronunciar se «as minas devem continuar a ser utilizadas como armas defensivas dos países pobres». Mas lá que as vítimas são, na sua maioria, populações inocentes, parece-me indiscutível. Digo eu!

Talvez o Irmão Líder nos possa melhor esclarecer, quando bem acomodado na tenda do Forte de S. Julião, o que constitui outro tema interessante para debate, metendo na mesma discussão a instalação majestosa de algumas delegações dos países mais pobres do mundo.

Mas isto são «ruídos» exteriores à Cimeira, dirão alguns.
Não, não são, constituem o reflexo da corrupção governativa desses países, de certo modo alimentada por alguns dos seus parceiros europeus da Cimeira.


A cimeira dos cidadãos




África-Europa, Que Alternativas?
Lisboa, Portugal - 7/8/9 Dez 2007
Enquanto decorre a Cimeira UE-África, activistas dos dois continentes juntam-se para debater políticas alternativas para as relações África-Europa.
As diferentes políticas da UE têm impacto no continente africano (o Acordo Cotonou e a estratégia Euromed são as principais). No entanto, longe de assumirem a responsabilidade de desenvolver uma solidariedade real com Africa, estas políticas continuam a assentar numa estratégia que ameaça directamente os direitos económicos, sociais, ambientais e culturais das populações africanas.
Isto é essencialmente transmitido pelas multinacionais sediadas na União Europeia, que procuram constantemente novos mercados; desta forma, a estratégia da UE em África impõe acordos comerciais agressivos, facilidade de acesso aos recursos naturais (em detrimento dos ecosistemas) e a captura de de uma parte significativa da riqueza local, ao mesmo tempo que impõe restrições crescentes à circulação de pessoas. Ao mesmo tempo que assume um posição paternalista, impõe condicionalismos e argumenta que África deve ser responsável pelos seus próprios destinos, e renuncia à utilização das ferramentas clássicas de solidariedade (fechando fronteiras, ajuda pública internacional estagnada, fim das condições comerciais não-recíprocas…).
A estratégia europeia em África é concebida longe dos cidadãos europeus e africanos e não responde às necessidades de solidariedade e justiça advogada pelos movimentos sociais em ambos os movimentos e definidos pelas regras das leis internacionais.

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O poder da mente

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Nós os iluminados

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A vitória do Ponto e Vírgula

Ressuscitemos a célebre exclamação - "Isso agora, ponto e vírgula".
Esta frase de cariz popular, representava uma forma simbólica de dizer que levantava muitas objecções e exigia explicações a algo que lhe merecia desconfiança.
Regresse o "ponto e vírgula" como forma de dizer BASTA!

Apareçam sempre por aqui!

Na dita Madeira profunda

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Bela homenagem (Março 2004)